terça-feira, 1 de novembro de 2011


A angustia de não poder ajudar dói, machuca não saber o que fazer, pensamos pensamos mas não chegamos a conclusão nenhuma, feri por dentro ver quem amamos chorar, sofrer e não conseguir ajudar, fazer sorrir, trazer paz é desesperador toda essa situação,ver o sol que antes brilhava no olhar virar uma grande tempestade de lágrimas e dor... Mas temos que levantar a cabeça e seguir em frente um dia perdemos para no outro ganharmos!

sábado, 17 de setembro de 2011


“O despertador tocava. Parecia estar tocando a alguns minutos, ou horas. Acordei num pulo só. Me dirigi até o banheiro, cocei os olhos, joguei água no rosto. Estava com barba, bafo de cerveja. Na casa, ainda haviam vestígios do final de semana anterior. Composto por nostalgias, saudades, porres, memórias, garrafas de bebida na sala, maços de cigarro, fotos espalhadas, a falta de coragem de pegar o telefone e te ligar, e eu. Eu, deitado no chão da sala, encarando o teto e preso no passado. Mais uma daquelas recaídas, nada demais. Nada fora de rotina. Me dirigi pro quarto, pra pegar a toalha, tomar banho e ir pro trabalho. Me deparo com o relógio. Eu tava atrasado. Peguei um blusão qualquer, tomei um café, coloquei uma calça e fui. Daquele jeito meu, apressado. Tava atrasado uma meia hora, e descendo a escada lembro dos cigarros que havia esquecido. Voltei pra pegar e fui. Me senti estranho na rua, todos olhavam pra mim. Parece que conseguiam ver, o monstro que aqui dentro, agora habitava. Doía de longe, parece. Sabe, pra quem vê. O trabalho era meio longe, dormi no ônibus. Não tinha condição nem de pegar o carro. […] Acordei uns pontos antes da redação. Ainda tinha umas matérias pra escrever. Cheguei no ponto e desci, meio cambaleando. Não sabendo pra onde ir. Sem direção, sem sentido. Cheguei na porta da redação. Olhei pro relógio antes de entrar. Puta merda, duas horas atrasado. Tomei coragem, enchi o pulmão de ar e entrei. Todos pararam pra me olhar, até que uma menina nova veio falar comigo, parecia estagiária. Disse que o chefe tava me esperando na sala dele. Entrei, afogado de medo. Ele lia uns papéis e me pediu pra entrar, fechar a porta e sentar. Quando me dirigia a cadeira, ele levantou o rosto. Tomou um susto. Gaguejou um pouco, ficou meio sem ação. Não tiro razão. Eu estava com a camisa manchada de café, bafo de cerveja, cabelo bagunçado, camisa amarrotada e desabotoada, olhar de sono, apagando um cigarro. Totalmente desajustado. No final ele me deu o dia de folga. Fiquei puto por ter acordado cedo, saído correndo, estragado minha imagem aí pela rua e na redação…Mas ele me deu um dia de folga. Tava precisando faz um tempo, pra ajustar as coisas. Voltei feliz e sorrindo. Mesmo com aparência de acabado, aquilo me animou. Decidi que ia começar tudo de novo. Ia parar de ficar preso na passado e não conseguir sair com ninguém. Tirar ela da minha cabeça de vez. Aceitar de vez que acabou e começar a me amar. Afinal, eu merecia, depois de tantos e tantos meses de ressaca emocional e coma alcoólica sozinho. Precisava de alguém pra cuidar, e pra cuidar de mim. Alguém pra escrever uma história. Alguém que não vá embora. Fiquei refletindo sobre isso dentro do ônibus e nem vi o tempo passar. Desci do ônibus, acendi um cigarro e tirei o celular do bolso. Decidi ligar pra um amigo, alguém, uma amiga, uma ex-namorada. Ligar pra qualquer pessoa da agenda de telefone e marcar de sair, ou sei lá. Algo fora de rotina, fora dos planos, tava precisando bastante. Ninguém atendia. Já estava ficando meio desanimado dessa ideia, ouvia o “tum-tum” e esperava que alguém me atendesse. Pra contar umas histórias por aí, contar o que houve, tirar isso das minhas costas, de dentro de mim. Do coração, da cabeça. Mas nada. “Tum-tum”. Ouvi um grito, vindo de trás. Eram umas três da tarde e o pessoal tava voltando do almoço, a rua tava…Meio cheia, e eu sentia que a pessoa que gritava, tava correndo atrás de alguém. Acreditei que não fosse comigo e continuei a insistir em ligar. Queria uma vida nova, recomeçar tudo. Queria ter uma vida pela frente. E o grito se repetiu, com a mesma fonética, por uns três “tum-tuns”. Ignorei. Até que virei uma esquina, de um beco, vazio. Precisava passar por ali pra chegar em casa. Ouvi os mesmos gritos, só que mais altos e a pessoa ainda correndo. Senti ela correndo do meu lado e meu celular caindo. Era um moleque, pegou meu celular e saiu correndo. Corri atrás e cansei logo depois. Gritei: “Eu vi teu rosto, pivete filho da puta!” E me virei pra ir embora. Não ouvi mais passos dele, devia estar longe. Até que escuto: “Minha mãe não.” e um disparo, logo em seguida. Caí de joelhos. Tudo ficou…Escuro. Não me lembro de mais nada, depois disso. Sabe, aquele era o dia em que eu ia começar uma vida nova; Uma vida inteira pela frente. E o tiro veio por trás. De surpresa. Dizem que só temos uma vida. E é mesmo. Eu não tive nem a chance, de recomeçar. Pois é. Aproveite! Amor não é tudo na vida. Alias, amor não é nada. Passei metade da minha vida, morto. É, passei metade da minha vida morto por um amor. Assassinado. Te enganam desde pequeno, representando amor, com corações. Mas…Tu precisa do seu coração pra viver, e não de amor. Amor não tem nada a ver com coração. Coração só bombeia sangue. Amor fode os rins, o pulmão. Faz beber e fumar. Mas, o principal…É que o amor te mata todos os dias…E você nem percebe. Boa sorte no amor, pros ainda vivos. E uma coisa eu garanto: As cinco letras do “adeus” dela, doeram muito mais do que aquele tiro. Me mataram muito mais.”
Peter Klein

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Jamais fique longe de mim tá? não me abandona por motivo algum, você significa tanto, é um sentimento que não sei explicar, mas sei que é tão bonito, me faz sorrir só de te ver, me faz sentir tão protegida ao te abraçar, parece que meu coração de pulinho em pulinho se junta ao teu e vira um só, faz meu olho brilhar só em falar seu nome, me faz as vezes chorar de alegria por pensar que tenho você em minha vida, me passa confiança, me faz estufar o peito e falar pra quem for sem vergonha nenhuma que eu te amo, sem me importar com o que vão falar, o que vão achar. Falar eu te amo as vezes parece que é tão pouco pro tamanho do sentimento que guardo dentro do peito. Eu sei que não deveria ser assim, pois a gente gosta muito de uma pessoa mas as vezes ela não sente o mesmo e acaba se sentindo sufocada ou simplesmente te esnoba não dá bola pro seus sentimentos, mas são coisas que não podemos controlar, e podemos acabar nos decepcionando em ver que fizemos uma fantasia sobre aquela pessoa, mas se não forem fantasias, for tudo verdade dai não há ninguém que estrague tanta felicidade.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Adolescentes


 Sentimento, você não sabe o que se passa aqui por dentro...
 Aliás nunca conseguimos entender nosso coração e mesmo assim queremos que alguém nos entenda . É um turbilhão de coisas que passam na nossa cabeça, só pra nos deixar ainda mais confusos, Porque?  Porque?  Porque?  Porque?  Porque?  Porque? São tantos porque na nossa cabeça que nos deixam loucos, fantasiamos coisas aonde não tem, ou talvez tenha... somos dramáticos, temos um medo enorme de perder quem amamos, nos apegamos muito rápido nas pessoas, brigamos por qualquer coisa, choramos, gritamos, chingamos. É tão difícil ser adolescente!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace



Me abrace, me proteja, me deixa sentir seu calor, seu coração batendo junto ao meu, me faça sentir que o mundo lá fora parou, que somos só eu e você. Que a cada dia que passe eu tenha mais certeza que terei você ao meu lado, pra me abraçar, e dizer pra não chorar que tudo vai ficar bem e que não quer me ver triste, que as vezes mesmo sem falar nada me conforte!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

É, com o tempo vemos que nada dura pra sempre, que tudo pode ficar de pernas pro ar e mudar,  que o que a gente nunca imaginou que acontecesse acontece, infelizmente tem coisas que chega ao fim, mesmo sendo contra nossa vontade!

sábado, 23 de julho de 2011

LUTE, CONQUISTE!


 Vá atrás de seus sonhos, deixe de lado o que os outros dizem, seja independente, suba a escada da vida com suas próprias pernas, sem passar por cima de ninguém, sem prejudicar ninguem, não faça o mal aos outros se você não quer que ele volte pra você, faça o bem! Siga em frente, pois se você não se ajudar ninguém vai ajudar, não fique esperando que alguem vá na sua porta e lhe ofereçam oportunidades, faça você suas próprias oportunidades! E o mais importante, seja você mesmo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Cresça independente do que aconteça!

Bom, essa é minha primeira postagem, então vou falar de uma coisa boa que me aconteceu nesses últimos tempos...
Era uma quarta feira, não tive todos os períodos de aula e soltei cedo, peguei um ônibus qualquer para ir na minha vó, mas dentro dele estava uma pessoa que á um certo tempo eu não falava, mas que desde a primeira série era minha melhor amiga, mas que por muitas bobagens paramos de nos falar por praticamente 2 anos. Não sei o porque mas nesse ônibus sentei ao lado dela, mas não sabia o que falar e nem o que eu estava fazendo ali, então perguntei como estava sua mãe e sua irmã que arrecem tinha nascido, ela me olhou com uma cara tipo "Q?" mas eu falei que não ia incomodar e fui para o fundo do ônibus, minutos depois ela me olho com um sorriso e me perguntou, - e tu, como tu tá? e comecei a chorar, mas começamos a conversar e falar tudo que por todo esse tempo tava trancado, mas logo tivemos que descer, mas a gente deu um beijo e ela falou pra gente nos falar no colégio. Então no colégio começamos a nos falar novamente, aos poucos.
Começamos a contar coisas novas que nos aconteceram nesse tempo separadas. Esses dias no msn relembramos coisas boas que nos aconteceu, como fotos de dias de alegria, de com quem foi nosso primeiro beijo, os guris que a gente gostava, de pessoas que não gostávamos, vimos que temos todas as nossas fotos de antes e o mais importante, amadurecemos, pois se não houvesse isso não veríamos como foi bobo o motivo da nossa "separação". É, que agora a gente só cresça e esqueça essas tais bobagens!
É Bianca, foram tantas coisas né...